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  • 8 de mai de 2011

    GLANDULA PINEAL OU EPÍFISE


    Jorge Hessen 
    Estou montando uma aula sobre a epífise para o grupo de estudos do livro Missionário da Luz e me surgiu um questionamento? O que ocorre, do ponto de vista mediúnico e espiritual se uma pessoa necessitar de retirar cirurgicamente a pineal? Perderia ou reduziria sua mediunidade? E suas ações no inconsciente e na área sexual? Os trabalhos que encontrei de medicina afirmam que pessoas com tumores na pineal e que fizeram a cirurgia não apresentavam sequelas.     Abraços
    R...
       


    Caro R.....,

    Bom irmão,
    Sei perfeitamente que não tenho a capacidade de ensinar   “padre” a celebrar missa, todavia, como perguntou-me, expresso-lhe o que concebo sobre o tema. Sabemos que a epífise é  glândula da vida espiritual do homem. Por que afirmamos essa tese? Em verdade a pineal  expele  energias psíquicas e conserva ascendência em todo o sistema endócrino. Está fincada  à estrutura mental, via eletromagnetismo do campo vital (que a medicina terrena ainda não pode identificar), coordena  as forças subconscienciais sob a diretriz concreta da vontade humana. Os complexos  nervosos estruturam-lhe os fios de comunicação para comandos imediatos a todo arcabouço celular, para que se  efetuem os suprimentos de energias psíquicas a todos os compartimentos autônomos dos órgãos físicos.
    Como atestam os Espíritos , é um sensor capaz de “visualizar” o plano extrafísico e de coligá-lo com a estrutura biológica. É uma glândula com vida dual  ou seja, "vive em plenitude"  a dinâmica do duplo universo considerando o princípio  espiritual  e o princípio material (espirito-materia).  O cérebro capta o magnetismo externo através da epífise, correto? porém,  não há como deconsiderar uma  certeza elementar,  há muito que se pesquisar sobre esta minúscula glândula, que localiza-se no centro do encéfalo. Sabemos que  preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo, digamos - etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras pela reencarnação, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que todos nos encontramos investidos.
    Sobre a pergunta propriamente dita que mo formulou, acredito que a extirpação da epífise em sua expressão física, no corpo biológico, não significa a anulação desse órgão no corpo espiritual (perispírito) e que, interligado a outras fontes de produção de hormônios no complexo sistema psicobiológico, prossegue funcionando, embora imperfeitamente, no campo somático, atento às articulações do binário mente-corpo.
    Isso equivale dizer que o médium  que sofre uma cirurgia de retirada da epífise pode tranquilamente continuar a prática mediúnica sem graves consequências de perda significativa da sensibilidade, visando o labor do exercício dos fenômenos psíquicos (mediúnicos).
    Abração
    Jorge Hessen