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  • 21 de set. de 2010

    SOBRE OS LIVROS DE ROBSON PINHEIRO


    S. Jorge Hessen
    Conheço apenas um livro de Robson Pinheiro chamado "A Força Eterna do Amor", que seria psicografia de Madre Teresa de Calcutá. Não achei o livro de todo ruim, entretanto, em determinado ponto ela diz que em relação à prestação de contas, ela o faz somente à sua consciência, o que estranhei e vi que contraria o que prescreve André Luiz, em "Conduta Espírita".

    Sei que você tem restrições a este autor. Existem mais evidências que eu não conheça de que eu deva desconfiar de sua obra?

    Agradeço muito pelas informações que possa me fornecer.

    Atenciosamente,

    I.........


    Prezado I

    Atendendo a um outro leitor sobre uma opinião dos livros de Robson Pinheiro lembrei Paulo de Tarso "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém", creio ser desnecessário enfatizar minha leituras nas obras básicas, nas obras de André Luiz, Emannuel, Ivone A> Pereira, Divaldo e mais recentemente Wagner Paixão porque encontro uma completude nos conteúdos, uma sincronia de assuntos. O que conheço do citado autor são conteúdos umbandistas. Isso não quer dizer nada depreciativo como cobrou outro leitor, que os kardecistas se acham superiores. Nada disso!, sinceramente não temos tempo para desperdício.
    Cada um no seu quadrado como se diz popularmente.
    Ele trabalha com linhas de pensamento que não encontro afinidades. Apometria que não vejo lógica confrontado com a proposta dos espíritos que elucidaram sobre desobsessão. Sendo um processo de esclarecimento, sem violências, com transformações muitas vezes gradativas Entende que ao propor posturas mágicas está incoerente com tudo que aprendi nesses mais de três décadas de estudo da Doutrina. Não conheço profundamente, mas com propala idéias que rejeito com veemência, sinto no direito de não endossar. Lê de tudo e reténs o melhor.
    Quanto à consciência!.Claro que somos juízes de nossa própria consciência, primeiro ela nos cobrará aquilo que erramos e nos aprovará naquilo que acertamos.
    André Luiz nos mostra que somos cobrados por nós e pelos desafetos do outro lado da vida. Isso nos faz pensar que temos um registro, no filme Nosso Lar ilustrado por um objeto equivalente ao computador, está tudo registrado e os dados não erram nunca.Isso nos remete ao ensinamento do Cristo " Fazei as pazes com vossos inimigos enquanto é tempo."..São essas considerações que achei convenientes colocar.
    abs Jorge hessen