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  • 26 de fev de 2011

    PALAVRAS QUE MERECEM REFLEXÕES

      
      Bom dia, Jorge.
        Sou gaúcha, estudo a Doutrina Espírita a cerca de 12 anos. Já fui mais fanática e cega, mas com o tempo e o estudo, tornei-me mais racional e, creio que com isso, cresci.
        Até o ano passado, fiz exposições doutrinárias, pois não me considero palestrante, na Casa que freqüentava e em algumas casas de Novo Hamburgo. Afastei-me por tempo que não sei ainda, pois também me afastei da Casa, por motivos diversos, como divergências de postura com a direção da Casa.
        
        Comecei a questionar as palestras e palestrantes, justamente pelos motivos que citas em teu artigo. Alguns palestrantes contam histórias conhecidas, recebidas pela Internet, como tendo se passado com algum amigo ou familiar. Tentei contemporizar, mas ao invés de ficar numa péssima vibração, afastei-me. Eles comovem "as multidões".
        Sou ainda muito radical. Se digo "devemos", eu devo. Se pretendo pregar o Evangelho, devo começar a praticá-lo. Sempre, não somente dentro da casa.
        
        Conheci teu blog e estou lendo os artigos, repassando alguns para irmãos, claro que sempre citando a fonte. Alguns desses irmãos retornam satisfeitos por haver quem diga o que tem que ser dito.
        
        Há algum tempo também escrevi algo sobre o exagero referente às homenagens a Chico Xavier, tão simples, tão humilde. Disse exatamente o que dizes, ele deve estar triste por não ter seu exemplo seguido, embora sempre citado.
        
        Desculpa a invasão com meu "jornal", mas quero agradecer pelos oportunos posicionamentos sobre tudo que diz respeito à Doutrina.
        
        Um grande e fraterno abraço.
        Vitoria Haubert.