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  • LEITORES
  • 1 de jul de 2011

    AFLIÇÕES ÍNTIMAS

    Ao ler sobre a aflição de uma leitora quando tem absoluta certeza da infidelidade do marido fiquei pensando sobre dor moral e o universo de sentimentos que acomete a pessoa inserida nesse processo. Ás vezes um desespero, ás vezes a indiferença.
    Mas ao vivenciar o adultério penso que nada nem a consciência que está se fazendo algo que não comporta os princípios que abraça o demove do flamor que a atração exerce sobre a pessoa. Por essas observações fico a refletir que vencer a nós mesmos quando imersos nesses estados doentios em que idéias fixas predominam o mundo emocional é conquistar a maior vitória do universo Vejo Jorge que muitas vezes apenas o tempo encarrega-se de diluir esses estados emocionais perturbadores. Naquele momento parece que a existência está a depender daquela força patológica para sobreviver.

    Portanto , penso que as pessoas que não vivenciaram angústias dessa ordem ou cumpriram os papéis sociais sem ferir a consciências de maneira mais profunda pode até ter uma compreensão das circunstâncias que envolve principalmente os responsáveis pelas úlceras sentimentais,mas nunca terá uma idéia mais explícita do que é viver vinculado a um inferno emocional. Digo isso porque volta e meia sempre tem conteúdos abordando essas dores.
    São sofrimentos morais dificílimo de vencer. Mas amigo fico feliz por sempre estar disposto a consolar . Linda aquela mensagem somos perdoados mas não limpos que deve mandar até mesmo para a vítima de qualquer desprezo do sentimento. Estou a acompanhar a linda batalha de seu esforço para o bom nome do Espiritismo. Avante , nada a temer. Jesus está a proteger os corações puros.
    um grande abraço


    Li , reli o que escreveu.Uma frase surgiu-me à mente ao meditar sobre sua mensagem: “o amor cobre uma multidão de pecados”. Qualquer que sejam nossas experiências do passado remoto ou recente, são elas avisos e às vezes até advertências da vida para nosso desenvolvimento espiritual. O mal ilusório pode ser um bem irrevelado, não apreendido, em face da nossa vesguice espiritual.
    Não devemos incriminar-nos sem remissões, nem culpar o mundo ou as pessoas, nem mesmo nos abonar concebendo desculpas para nossas angústias. A rigor, perante qualquer tortura psíquica, urge utilizar discernimento, ponderar a situação e, a partir daí, revertê-la em aprendizagem.

    Amargura íntima (sofrimento) é o efeito de ações e atitudes alicerçadas em percepções apressadas ou equivocadas que contraímos nas múltiplas experiências de vida (passado e presente) e que persistimos a eternizar, consciente ou inconscientemente, na sucessão dos dias.
    Se padecemos sem tomar consciência das corretas procedências que provocam a aflição, permaneceremos presos num circuito inumano e destrutivo. Ao entender o porquê de nossas amarguras e dores, nos sentiremos mais acordados e tranquilos, passando a desfrutar o júbilo de distinguir o que necessitamos modificar em nós mesmos.
    Abração

    Jorge Hessen