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  • 4 de out de 2010

    O ESPIRITISMO NÃO PACTUA COM IRRELEVANTES E TRANSITÓRIOS INTERESSES TERRENOS.


    Amigo irmão Jorge,
    Bom dia.
    Passei por aqui apenas para agradecer.
    Parabéns por suas nobres palavras que li em seu Blog.
    Ontem estive conversando com pessoas sobre a política dos homens, e meu coração não concorda que trabalhadores do Cristo envolvidos nesta seara de caridade e do bem ao próximo, não possa se envolver na política dos homens.
    Penso que, se o homem nesta condição seja tentado aos benefícios que a política lhe concede, ele se afastará instintivamente do seu propósito e as Leis morais e do Amor na pura essência se perde.
    Fui criticada por isso. Agora com seu texto fico fortalecida e poderei ler e reler aos meus amigos irmãos que não estamos sós, mas, existem pessoas sérias dentro da Doutrina que nos impulsiona na nossa caminhada.
    Digo mais: Que se acrescentarmos onde o Sr. escreve espírita todas as religiões, que sincera e responsável trabalham com Cristo todas fariam uma política dos homens se aproximarem a Política de Cristo. (Nossa esperança é, que um dia.... seja assim)
    Fraterno abraço. Deus conceda muita saúde, paz e luz.
    Uma pequenininha amiga


    Estimada E.........

         A compreensão da verdade é uma conquista pessoal. Não devemos impor nunca nossas convicções. Colocamos nosso ponto de vista , em uma tentativa de convite à reflexão. Se somos tachados de alienados e outras coisas não podemos nos perturbar, enfatizo que se Jesus visse na política um instrumento de transformação para a sociedade  utilizaria com fins divinos, mas Ele sempre ressaltou : Dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus.O conteúdo de um dos artigos abordando o assunto completa profundamente a idéia do que queremos levar nas fileiras espíritas
     
    O Espiritismo não pactua com irrelevantes e transitórios interesses terrenos. Por isso, não pode alguém se escravizar à procura de favores de parlamentares, a ponto de, este, exercer infausta influência nos conceitos espíritas. Não tem cabimento, um líder de partido, no púlpito da casa espírita, palestrando e dirigindo o culto místico de uma fé. Por outro lado, também não tem o menor sentido, um espírita nas ruas e nos palanques, implorando votos, qual mendigo, com sofismas e simulação de modéstia, de pobreza, de humildade, de desprendimento, de tolerância, etc., com finalidade demagógica, exaltando suas próprias "virtudes" e suas "obras" beneficentes
    . Isso tudo contradiz o ensinamento evangélico  de que a realização da caridade deve trilhar o caminho da generosida
    de sem nenhuma exaltação..Vangloriar-se das próprias virtudes é muito complicado. e a política exige isso e muitos conchavos que raiam pela inescrupolosidade. Mas cada um opta pelo mundo em que se quer viver isso não nos isenta de analisarmos os candidatos , suas vidas, suas obras e optarmos pelos que de fato vão exercer um mandato em prol da sociedade. Somos cidadãos e devemos como cristãos exercer nossa cidadania e esta nos impele a viver o momento político. Não há como escapar disso e devemos dar nossa contribuição de maneira consciente  votando no melhor candidato. 
    abraços 
    Jorge Hessen