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  • 28 de abr de 2011

    PSEUDO-JORNALISMO ESPÍRITA - ATÉ QUANDO?




    Amigos;
    O meu compadre "Fulano" pensou em realizar um Pinga Fogo, mas infelizmente realizou um Pinga Mel, pois o Baccelli não respondeu nada, e o Fulano calou, e calou porque "Fulano", pois no meu conceito você sabe que o que foi respondido pelo Baccelli ao questionamento apresentado, não estava correto, não tinha nada a ver, meu amigo."Fulano", você encontrou, em o livro "Evolução Anímica", de Gabriel Delanne, ou no livro Mundo Maior, de André Luiz, algo que justifique a reencarnação no mundo espiritual?Se encontrar, nos informe, apresentando o capitulo, e um tópico, pequenino, que pelo menos deixe duvida a respeito dessa possibilidade, pois não existe em parte alguma da doutrina, qualquer informação a respeito."Fulano", você falou no seu programa, a respeito da lógica doutrinaria do espiritismo, mas logo em seguida, você se contradiz, pois aceita o que o Baccelli afirma, sem qualquer preocupação com a lógica, a razão e o bom senso, o mesmo nada explicou, e você não questionou coisa alguma, disse amem a tudo.Amigo "Fulano", você esta me decepcionando, pois eu o tinha como um estudioso, que busca a verdade, o parabenizei mesmo, em algumas de suas polemicas, com o Bispo e com o nosso amigo Protestante, mas eu entendo amigo, que o Ante-Cristo, não esta nas outras religiões, e que os irmãos de outras seitas, não causam tanto prejuízo a doutrina, quanto estes que mistificam, utilizando o nome da doutrina, como é o caso do Baccelli, pois ele não explica nada do que diz, ou escreve; se estiver enganado, me esclareça, explique o que ele quer dizer, pois não vejo nada.Meu querido amigo se você quiser me responder, faça-o, mas não adianta falar do livre arbítrio, dizer que temos o direito de dizer e agir como quisermos, pois eu assim entendo, desde que não estejamos falando em nome da doutrina, pois ela tem um postulado lógico e racional, e temos que nos ater a ele, se o amigo Baccelli quiser dizer todas essas asneiras, ele o pode, desde que funde um movimento religioso."Fulano" te considero um espírita esclarecido, e lhe peço, para que você não se omita, se você achou lógica nas expressões do nosso amigo, explique as, pois pelo menos eu, não vi nada de reencarnação, e eu entendo não deva aceitar nada, que não tenha coerência, que seja completamente irracional, pois eu não estou polemizando a letra, estou polemizando um conceito, que não se sustenta na doutrina.Estou em seu aguardo, não se omita responda-me."
    Abraço.
    "Betrano"




    Ao depoimento contido na mensagem acima (endereçada ao senhor "Fulano"...... e amigos), firmada pelo senhor "Beltrano", o jornalista Astolfo Olegário, Diretor-fundador da Revista Eletrônica O Consolador , comentou o seguinte:





    "Meu caro , Betrano

    Chamar a esse programa de Pinga-Fogo é um insulto ao criador do programa da TV Tupi que tornou Chico Xavier conhecido no país inteiro.
    Aquilo foi, em verdade, um bate-papo entre compadres, entre pessoas que querem apenas agradar e não sabem o que é jornalismo sério.
    É por causa desse tipo de jornalismo que grassa em nosso meio essa confusão que prejudica, em especial, os neófitos em Espiritismo e fornece argumentos aos detratores da doutrina espírita.
    Nossa sorte - embora a palavra sorte não devesse ser por nós usada - é que os velhos detratores do Espiritismo não tomaram ainda conhecimento do conteúdo dessas tolices de origem supostamente mediúnica.
    Imagine, caro amigo, o que aconteceria se alguém ligado à família de Carlos Chagas viesse a público para dizer que o filme "Nosso Lar" baseia-se numa farsa, que o grande médico não teve filhas, que não deixou crianças órfãs, que sua esposa não se casou segunda vez e que, por fim, havendo falecido em 1934 e tendo passado 8 anos no Umbral (como o próprio André Luiz diz numa das obras do Baccelli), não poderia ter visto e acompanhado os primeiros momentos da 2a. Guerra Mundial, iniciada, como todos sabem, em 1939.
    O que acontece, caro amigo, é que nós espíritas damos mais valor a uma suposta amizade do que à responsabilidade que temos quando na condição de jornalistas, palestrantes ou dirigentes espíritas.
    Por amizade temo-nos calado, silenciado e feito um jornalismo acrítico, que só aplaude, só elogia, só tece loas, e fecha os olhos para os equívocos que podem prejudicar, e muito, a própria expansão das atividades espíritas.

    É preciso dar um basta a esse tipo de jornalismo! Chega de boletins oficiais!
    Chega de programas, revistas ou jornais que apenas repetem mensagens mediúnicas, e deixam de discutir os verdadeiros problemas que acometem a sociedade e o mundo em que vivemos."
    Forte abraço.
    Astolfo O. de Oliveira Filho
    Diretor da Revista Eletrônica O Consolador